quarta-feira, 30 de abril de 2014

Câmara aprova projeto que altera lei sobre profissão de motorista

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (29) projeto de lei que modifica a legislação atual sobre o exercício da profissão de motorista de transporte de cargas, definindo que o motorista pode dirigir até oito horas seguidas. O texto prevê também que a jornada poderá ser estendida em mais quatro horas, dependendo de acordo coletivo da categoria. De autoria do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), o projeto segue agora para apreciação do Senado.

“[O projeto] flexibiliza o horário imposto pela lei atual. Era um horário impossível de ser cumprido, e agora nós vamos ter carga horaria de oito horas de jornada, podendo ter mais quatro, de acordo com acordo coletivo”, disse o autor da proposta. Ainda de acordo com ele, outra vitória importante para os caminhoneiros é que passa para 10% a tolerância de peso entre eixos.

Goergen informou que a tolerância para os caminhoneiros brasileiros era 7,5%, enquanto que para os caminhoneiros do Mercosul é 10 %. “Agora passamos para 10% e criamos uma anistia de dois anos para traz para os caminhoneiros que sofreram sanções relativas à tolerância de peso entre eixos”.

De acordo com o autor do projeto, o texto modifica dispositivos trabalhistas e econômicos. Além disso, altera regras sobre o repouso para os caminhoneiros, estabelecendo que quando o caminhoneiro trafegar em estrada sem estrutura para a parada obrigatória, ele não será punido se seguir viagem até um local de repouso.

Em relação à votação do Projeto de Lei Complementar 221/12, que altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa (conhecido como Lei do Supersimples - Lei Complementar 123/06), os partidos pediram o adiamento da votação da matéria para a próxima semana, devido a mudanças na última versão do texto a ser votado. A votação estava prevista para hoje.

Fonte: Agência Brasil

Presidente do TST defende contribuição de toda a categoria

Matéria publicada sexta (25) pelo jornal O Estado de S. Paulo com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Antonio Levenhagen, abre novas perspectivas para o custeio sindical. Atualmente, as entidades se sentem cerceadas pelo Precedente Normativo 119, do próprio TST, que restringe a contribuição a sindicalizados.

Em reportagem dos jornalistas Murilo Rodrigues Alves e João Villaverde, da Agência Estado, o presidente do TST afirma que os Sindicatos têm o direito de retirar uma parte do salário do trabalhador, mesmo não sindicalizado, para despesas da entidade. Segundo o ministro, a contribuição assistencial deve voltar a ser descontada uma vez por ano de toda a categoria.

Levenhagen questiona: "Se o acordo vale para todos, por que só o sindicalizado contribui e o outro trabalhador que vai receber os mesmos benefícios não contribui?"

No entendimento do ministro, os Sindicatos precisam desses recursos para a manutenção das entidades e outros projetos. Ele argumenta que muitos Sindicatos "oferecem a seus integrantes benefícios que o Estado deveria promover e não fornece", citando assistência médica, odontológica, práticas esportivas, entre outros.

Convergência - Sérgio Luiz Leite (Serginho), 1º Secretário da Força Sindical, vê convergência entre a fala do ministro do TST e a posição do movimento sindical. “A contribuição pela categoria, decidida em assembleia, reafirma a liberdade e autonomia sindical, e é isso que o sindicalismo prega e defende”, ele diz.

Serginho alega que a restrição do Precedente 119 cria uma situação paradoxal. Ele explica: “Hoje, todas as cláusulas de uma Convenção Coletiva beneficiam todos os trabalhadores. Menos a da contribuição, que restringe o desconto aos sindicalizados”.

Fonte: Agência Sindical

Termina hoje prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda


Os contribuintes só têm até hoje (30) para acertar as contas com o Fisco. Termina às 23h59min59s o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Segundo o balanço mais recente da Receita Federal, cerca de 21,7 milhões de contribuintes haviam entregado o documento até as 17h de ontem (29), o que equivale a 80,4% dos 27 milhões de declarações esperadas neste ano.

Quem não entregar a declaração no prazo, será multado em R$ 165,74 ou 20% sobre o imposto devido, prevalecendo o maior valor. Está obrigado a declarar quem recebeu R$ 25.661,70 em rendimentos tributáveis no ano passado, o que dá R$ 1.974,28 por mês, incluído o décimo terceiro salário. Também deve declarar quem recebeu mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte ou obteve ganhos de capital e lucros na bolsa de valores.

O programa gerador está disponível na página da Receita Federal na internet desde 26 de fevereiro, mas a transmissão dos formulários começou em 6 de março, assim como a liberação do aplicativo que permite o preenchimento da declaração em tablets e smartphones.
Os contribuintes com certificação digital ou representantes com procuração eletrônica recebem, pela primeira vez, a declaração pré-preenchida. Por meio do Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), eles têm acesso ao documento preenchido com antecedência pelo Fisco e só precisam confirmar as informações para enviar a declaração.

As regras para o preenchimento da declaração foram divulgadas em 21 de fevereiro no Diário Oficial da União. Como nos outros anos, o contribuinte que enviar a declaração no início do prazo deverá receber a restituição nos primeiros lotes, a menos que haja inconsistência, erro ou omissão no preenchimento.

Também terão prioridade no recebimento das restituições os contribuintes com mais de 60 anos, conforme previsto no Estatuto do Idoso, além de pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental.

O contribuinte pode tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda pela internet. Está disponível no canal da Receita Federal no Youtube um vídeo com explicações sobre as novidades da declaração deste ano e com dicas para evitar erros no preenchimento das informações.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 29 de abril de 2014

Relator quer ouvir sociedade para construir parecer sobre Estatuto da Família

O deputado Ronaldo Fonseca, que é relator do PL 6583/13 na comissão especial, pretende realizar debates na Câmara e nos estados para estabelecer políticas relativas à família.
Indicado para relatar em comissão especial o Projeto de Lei PL 6583/13, que cria o Estatuto da Família, o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF) informou que deverá retomar o debate sobre temas controversos, como adoção por casais homafetivos, Lei da Palmada e internação compulsória para casos de vício em drogas e álcool.

O projeto é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e tramita em caráter conclusivo – que não exige apreciação do Plenário, exceto se houver recurso subscrito por 51 deputados para retirar o poder conclusivo das comissões.

Presidente do Pros no Distrito Federal e pastor da Assembleia de Deus, Fonseca também reforçou que deverá focar o debate sobre o conceito da família no que já está previsto na Constituição Federal – que define a entidade familiar como um núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, ou por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. “O Supremo criou outro modelo, fora da Constituição, que é o homoafetivo. Com o estatuto, vamos debater com a sociedade qual o modelo de família que queremos. Como relator, minha proposta é ouvir a sociedade”, disse em entrevista.

Por que um estatuto para a família?
Os estatutos regem temas importantes para a sociedade. Temos o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), o Estatuto do Idoso, entre outros. Nos estatutos, é possível condensar as normas relativas a um tema, o que facilita para os operadores do Direito e para os interpretadores das leis, que são os juízes. Convergem-se todas as questões em debate para um tema apenas. Isso dá praticidade.

O senhor avalia que a família está desprotegida?
A Constituição diz que a família deve ter a proteção do Estado. As leis ordinárias devem vir dentro do espírito da Constituição Federal, uma vez que a família é a célula mater da sociedade. O que assistimos hoje é a desproteção da família, está vulgarizada, diminuída.
O PL 6583/13 define família como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. O senhor deve manter esse conceito ou ampliá-lo?
O estatuto segue o artigo 226 da Constituição, que define esses dois modelos, o tradicional e o unoparental. O Supremo Tribunal Federal (STF) criou outro modelo, fora da Constituição, que é o homoafetivo. Com o estatuto, vamos debater com a sociedade qual o modelo de família que queremos. Como relator, minha proposta é ouvir a sociedade. O grande problema do Congresso é fechar os ouvidos para as vozes da rua, e isso eu não quero fazer. Vamos fazer audiências na Câmara e nos estados para ouvir a sociedade em todas as suas vertentes. A discussão que vai permear esse modelo é a Constituição, que é muito clara. Jurisprudências não podem estar fora do espírito da lei.
Uma enquete sobre o assunto bateu recorde de acessos ao site da Câmara dos Deputados e o que se percebeu foi um equilíbrio entre o sim e o não nas respostas sobre o conceito explicitado no estatuto. Como o senhor avalia esse recorde de manifestação popular?
Eu vejo de forma positiva, vejo que a sociedade quer falar. A sociedade está sendo provocada pelos meios de comunicação, que fazem um ativismo pelo homossexualismo. As novelas evidenciam lesbianismo, homossexualismo, libertinagem, adultério, traição. Isso tudo afeta a família. É o desmonte da família. Isso não pode haver. Nos meios de comunicação, o ativismo já existe, agora querem incluir esses temas nas escolas. Pela primeira vez, a Câmara se debruça numa comissão especial sobre um projeto dessa complexidade para dar resposta à sociedade. O Congresso vai discutir. Mas será que vão aceitar o resultado? Na Constituição, já tentaram ampliar o conceito de família. Não conseguiram.

Se a sociedade mostrar que não aceita mais esse modelo de família, o senhor deixaria sua posição pessoal para ampliar as configurações de família?
Terei um texto que será debatido, votado e emendado. Sou amante do debate, do contraditório. Sempre digo que esse debate tem que ser feito na Câmara. Quem tiver mais voto leva. Pesquisas mostram que 60% da sociedade é a favor da família tradicional. Quem não gostar do meu voto que exerça seu direito de espernear. Vou brigar para ter maioria para votar e aprovar o meu relatório.
A questão homoafetiva também tem se tornado frequente nos casos de adoção. O senhor tratará desse tema no estatuto?
Adoção também será um assunto polêmico. Essa questão precisa ser revista. Fala-se muito que a parte mais importante da adoção é a criança, mas, com a adoção por casais homoafetivos, não é o que vemos. Esse tipo de adoção foi criado pelos tribunais, não pela legislação. A legislação pertinente coloca dificuldades, mas a Justiça está mudando isso. A questão é: há aí o interesse da criança? A criança foi ouvida sobre ter dois pais, duas mães? O Congresso Nacional precisa responder a isso com legislação.

O senhor poderá incluir a adoção homoafetiva no seu relatório?
Minha posição pessoal é pública, eu sou totalmente contrário. Mas eu sou o relator do projeto. Vou ter que ouvir a sociedade, farei um relatório que será debatido e votado. Não tenho o direito de dizer hoje, como relator da matéria, se sou contrário ou a favor. Mas acredito que o estatuto ganhará muito se definir em legislação que a adoção pressupõe o interesse da criança e não dos pais.
Como o senhor vê a questão prevista no projeto que dá preferência no atendimento de casos de integrantes da família envolvidos com drogas e álcool?
Vou incluir no estatuto a questão da internação compulsória. Quero voltar a debater essa questão para autorizar a internação a pedido da família. É um estatuto sobre a família que precisa definir isso. Não há legislação federal sobre a questão, só leis estaduais.

O estatuto também prevê a criação de conselhos da família em níveis municipais, estaduais e federal. O senhor concorda com esses conselhos?
Isso é fundamental. A proposta do estatuto é criar conselho com representações de família e do estado para que as politicas públicas voltadas para as famílias sejam debatidas primeiramente por esses conselhos. Acredito que, se o Estado ouvisse mais a família, erraria menos. Pela família passam todos os problemas da sociedade. Ali está a educação, o debate sobre votos, a demanda do emprego. A família é o nascedouro da necessidade das políticas públicas. O que vemos hoje é que o Estado virou as costas para a família.
Como a escola deverá definir a educação voltada ao fortalecimento da família?
O estatuto prevê a inclusão de disciplinas voltadas à família. É importante a formação da criança mostrando a importância da família. O desmonte da família vem também da falta de interesse dos membros da família de mantê-la unida, da falta de entendimento do que é o núcleo familiar. No Brasil, o adolescente não quer mais estar dento de casa. Os pais não têm mais autoridade sobre os filhos. Por isso, quero também voltar a discutir a Lei da Palmada. Esse projeto PL 7672/10, do Executivo, é uma aberração, não podemos deixar passar na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Por que voltar a essa questão?
A lei da palmada quer tirar a autoridades dos pais de educar os filhos. Temos que discutir isso no Estatuto da Família. Quero provocar esse debate. Esse projeto do Executivo proíbe que se cause sofrimento físico ou psicológico
Confira a enquete sobre o Estatuto da Família

Íntegra da proposta:
PL-6583/2013

Fonte: Câmara dos Deputados

Seguridade aprova exigência de ambulância em local com aglomeração de pessoas



A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (23) projeto que exige ambulância de regaste em lugares com grande aglomeração de pessoas. A proposta (PL 5088/13), do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), torna obrigatório o veículo em aeroportos, estádios, rodoviárias e locais onde ocorram grandes eventos.
Pelo texto, cada ambulância deverá contar com um motorista e com um profissional da área de saúde, para socorro imediato das vítimas.
O relator da proposta, deputado Eleuses Paiva (PSD-SP), acredita que a presença de ambulâncias nos locais de aglomeração de pessoas vai ajudar a salvar muitas vidas. "A lógica do projeto é, primeiro, ter um veículo para transportar, mas, principalmente, ter uma equipe. Até fazer esse transporte, que faça a estabilização desse paciente", disse.
Eleuses Paiva lembra que, no caso de problemas cardiovasculares, o cidadão precisa ser atendido em até meia-hora para que suas chances de recuperação se aproximem de 98%.
Atendimento
O comandante do Corpo de Socorristas do Brasil, Moisés Gomes da Silva, defende a medida. "O atendimento pré-hospitalar deve existir em virtude do aumento da chance de sobrevida do paciente. Quando você tem uma assistência imediata ao caso clínico ou traumático, ainda no local, a sobrevida desse paciente é aumentada em até 80%. Então, é importante que isso seja colocado em prática o mais rápido possível."
Gomes da Silva lembra que, no caso dos estádios de futebol, é necessário também melhorar o acesso para resgaste ao cidadão. "Temos que ter acesso ao paciente em qualquer local, em menos de cinco minutos, senão a condição do paciente se agrava."
Tramitação
O projeto tem caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-5088/2013
Fonte: Câmara dos Deputados

Arena da Baixada ficará pronta a tempo, diz deputado



O deputado Rubens Bueno (PPS-PR), um dos parlamentares que estão visitando os 12 estádios que vão receber jogos da Copa, afirmou que a Arena da Baixada, estádio de Curitiba, que registrava o maior atraso até agora, ficará pronto a tempo. A entrega das obras, prevista para 30 de abril, foi adiada para 13 de maio.
Após a visita nesta segunda-feira (28), Rubens Bueno afirmou que a adequação do estádio às demandas da Federação Internacional de Futebol (Fifa) criou diversas dificuldades que podem ter atrasado os trabalhos.
O parlamentar, que integra a Comissão do Esporte, também lembrou que a arena foi a única obra que não foi entregue às grandes empreiteiras, que foram financiadas pelo BNDES. "No caso do Paraná, é uma empresa do Atlético Paranaense, que com isso deixa os custos lá embaixo. Está construindo um belo estádio dentro dos padrões da Fifa e vai ficar como um grande legado para Curitiba."
O deputado disse que não acredita que haja uma torcida para que a Copa não dê certo. Ele afirmou que há uma insatisfação com a má gestão das obras para a Copa. Bueno lembrou que o País foi escolhido como sede da Copa em 2007, mas nada foi feito até 2011. "Esse é o legado triste da Copa do Mundo, a má gestão. Enquanto País do futebol, nós torcemos para que tudo ande bem."
Centro de eventos
Rubens Bueno relatou que o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, afirmou que o ginásio de esportes, que é anexo ao estádio, vai desempenhar papel importante como centro de eventos para a cidade.
A comissão de parlamentares visita nesta terça-feira (29) as obras do Itaquerão, o novo estádio do Corinthians que está sendo construído em São Paulo e que receberá a cerimônia de abertura da Copa 2014, no dia 12 de junho.
Visita da Fifa
Na semana passada, a comitiva da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL) visitou a Arena da Baixada.
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, fez um giro por várias áreas do estádio e ressaltou que ainda existe trabalho a fazer. “Vamos ter um evento-teste aqui no dia 14 de maio que deverá ser realizado com o estádio com toda a sua capacidade da maneira como iremos recebê-lo para a Copa do Mundo."
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, admitiu que tem um otimismo crítico. “Tenho confiança em todos os atores que proporcionarão uma Copa do Mundo à altura de Curitiba. Com muito trabalho, governo do Estado, Prefeitura e Atlético Paranaense superaram os desafios.”

Fonte: Câmara dos Deputados

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Metade do entulho da implosão da Perimetral já foi retirado da avenida

Cerca de cinco mil toneladas de entulho, das dez mil produzidas com a derrubada do trecho de 300 metros da Perimetral, domingo (20), já foram retiradas da avenida Rodrigues Alves, segundo a Concessionária Porto Novo.

A empresa está trabalhando 24 horas para limpar a via e amanhã (23) inicia os trabalhos de pavimentação para que a avenida seja liberada na quinta-feira (24), por volta das 5h.

Cerca de 100 operários trabalham na remoção e, desde domingo, já foram realizadas mais de 70 viagens de caminhão para a retirada dos resíduos. Grande parte do material será reciclado e reaproveitado na pavimentação das ruas da região.




















Até quinta-feira, motoristas que vão do centro em direção à avenida Brasil ou Ponte Rio-Niterói deverão seguir pela avenida Venezuela em mão invertida até a rua Edgard Gordilho para chegar à avenida Rodrigues Alves. A partir daí, o fluxo é normal.

No sentido oposto, motoristas que vêm pela via Binário do Porto e pretendem seguir em direção ao centro devem dobrar na avenida Barão de Tefé e continuar na rua Camerino até alcançar a avenida Presidente Vargas.

IMPLOSÃO
A implosão do trecho de 300 metros do elevado da Perimetral às 7h de domingo (20) ocorreu em oito segundos, sendo dois segundos para a queda do trecho da via que vai da altura da rua Edgar Gordilho, e o 1º Distrito Naval, em frente à praça Mauá.

As obras de substituição da Perimetral fazem parte do novo plano de mobilidade urbana da prefeitura para a região do Porto Maravilha. O modelo implanta novas vias e estabelece conceito que privilegia o transporte público.

A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2016. A via expressa terá 5.050 metros de extensão, 2.890 metros deles em túnel. Haverá três faixas em cada sentido ligando o mergulhão da praça 15 à rodoviária. A via não terá saídas intermediárias e servirá a quem pretende se deslocar da zona sul à avenida Brasil e ponte Rio-Niterói sem entrar no centro.

Fonte: Folha